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Mostrando postagens de março, 2024

Vontade de escrever

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  quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024   Figura 01: Ilustração Jornal Rio de Flores         Não sei bem dizer como é! Fico esperando que me venham vozes, falando-me ao pé do ouvido, sussurrando algumas coisas a serem escritas. É uma vontade que dá; e demora passar! Talvez seja porque me falte, atualmente, o que dizer, sobre coisas mais sérias ou até mesmo que sejam só “abobrinhas” da política nacional! Algumas vezes, aquelas vozes me aparecem, já ao travesseiro, bem tarde da noite! Não me levanto para anotar, apenas deixo-me embalar até pegar no sono. Quase sempre, no meio do roteiro das histórias imaginadas, durmo de forma tranquila. No dia seguinte, tento me lembrar das coisas sonhadas; e começo a alinhavar as ideias que me foram “cochichadas”! Estranhas vozes!        Embora a saúde esteja boa, aos setenta e sete anos, as coisas típicas da maturidade física me fazem lembrar que, pernas e...

Ainda sem título.

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  sábado, 16 de março de 2024   Gosto de iniciar meus escritos já tendo escolhido o título do artigo. Nem sei ainda se poderei divulgá-lo na coluna Pincéis e Letras, do Jornal da Editora Rio de Flores. Tem sido um prazer gratificante, estar em meio ao seleto grupo de escritores e poetas, sob a liderança do artista e editor Renato Galvão, reunidos nas antologias publicadas. Quando a saúde permite, a mente se enleva, guiada pelo tema sugerido pelo edital da antologia! Então, vou digitando as linhas do texto. É assim que faço, como se fora um projeto antigo, daqueles longamente matutados nas madrugadas de muitos sonhos, quando me proponho a redigir. Por certo, você sabe o que eu quero dizer com “madrugadas de muitos sonhos”! Não é a mesma coisa que dizer de noites mal dormidas; tampouco estou a falar de pensamentos agourentos que por vezes nos assaltam como pesadelos! Infelizmente, com a idade, percebo que vou ficando susceptível aos assombros ...

Cartas Nunca Mais

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  Cartas! Não pretendo falar sobre aquelas cartas de baralho, tarô ou adivinhações ciganas. Refiro-me, sim, às tradicionais missivas. Ao longo da história humana, foram sendo criados e aperfeiçoados diversos meios de comunicação! Pinturas em cavernas são um bom exemplo, como registros em formas gráficas, de mensagens que se destinavam a preservar importantes lições de conhecimentos, destinados à caça ou às práticas culturais e religiosas dos povos primitivos. Olhando aqueles desenhos rupestres, fica a sensação de que, os seres que rabiscavam aquelas formas, tinham o intuito de informar, com critérios de máxima veracidade possível, notícias cotidianas, vitais para a sobrevivência dos grupos, caso se deparassem com situações semelhantes àquelas diagramadas nas paredes de pedra. Não podemos crer que existisse, naqueles tempos, algum imbecil que usasse daqueles desenhos, para divulgar mentiras, “Fake News”, a serviço de interesses mesquinhos ou de correntes ideológicas de esquerda, cen...